Matosinhos, Portugal | Cooperação para o desenvolvimento
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Na ONGD Na Rota dos Povos acreditamos que A Educação é o Único Caminho para qualquer povo e para o desenvolvimento humano em condições dignas, em qualquer parte do mundo.

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A “Na Rota dos Povos” é uma ONGD – Organização não Governamental para o Desenvolvimento criada em 2001. Tem a sua sede em Matosinhos. Tudo o que se faz na ONGD é feito por voluntários (desde a angariação, a gestão do dia a dia, a organização de missões, a comunicação, etc). Somos 100% voluntários, suportamos os nossos próprios custos com todas as atividades que desenvolvemos para a Na Rota dos Povos. Não temos subsídios ou financiamento estatal ou internacional. As nossas atividades são suportadas exclusivamente através de donativos de particulares ou instituições, sejam em dinheiro ou em espécie.

Desde 2011 que focamos a nossa atividade numa das regiões mais carenciada da Guiné Bissau, a região de Tombali, e temos a nossa sede da Delegação local na cidade de Catió, que dista cerca de 300 km da capital Bissau.


Projeto I: A Educação é o Único Caminho

A   educação é um fator essencial para o desenvolvimento dos povos e a Guiné-Bissau é um caso grave neste campo. Faltam salas de aula, faltam carteiras e cadeiras, as crianças, que como já vimos são muitas, estão na maioria das   vezes sentadas em tijolos ou pedras, com um tronco a fazer de mesa. Faltam professores, e estes fazem greves infindáveis; faltam livros e manuais. As paredes são de blocos de terra escura, secos ao sol, e os telhados são feitos de zinco ou palha. A fragilidade deste tipo de construção não permite ter janelas com dimensões minimamente razoáveis. As paredes são muito vulneráveis à chuva e também aos insetos rastejantes. Um dos grandes problemas das salas de aulas é a fraca luminosidade. Dadas as condições do território envolvente, é difícil manter as salas com aspeto limpo, asseado e atraente para as crianças e professores.


O que foi feito desde 2011:

  • Angariámos e distribuímos o conteúdo de 22 contentores de 76,4m3 de capacidade;
  • Equipámos 210 salas de aula (quadros de giz, mesas, cadeiras, armários, portas);
  • Apoiámos mais de 40 escolas (equipamento, pintura, material escolar, brinquedos, livros), onde estudam cerca de 10.000 alunos;
  • Pintámos e colocámos placas transparentes para melhor luminosidade em quase todas as escolas apoiadas;
  • Criámos e montámos 5 bibliotecas fixas num total de cerca de 10.000 livros e 1 biblioteca itinerante (com o apoio da ONGD  Portuguesa – TABANCA PEQUENA);
  • Instalámos salas de informática com um total de 60 computadores;
  • Colocámos placas toponímicas feitas por alunos portugueses em 44 tabancas (aldeias);
  • Projetámos filmes infantis, à noite, nas Tabancas, numa tela montada num jipe, com um projetor. Esta ação tem sido recebida com enorme entusiasmo pelas crianças e comunidades abrangidas. Para muitas delas, é a primeira vez que assistem a um filme;
  • Fornecemos anualmente material escolar às escolas apoiadas (lápis, canetas, borrachas, apara-lápis, cadernos, papel).

O que pretendemos fazer:


Subprojeto A: Continuar a fornecer o material escolar às escolas apoiadas (lápis, canetas, borrachas, apara-lápis, cadernos, papel). Fornecer equipamento escolar para as salas de aula da região ainda não abrangidas (mesas, cadeiras e quadros).

Subprojeto B: Editar Mapa Mundo, Mapa de África e Mapa da Guiné Bissau em grande formato para colocar na parede das escolas apoiadas, num total de 50 mapas, com o objetivo de dar a conhecer o mundo e o seu próprio país.

Subprojeto C: Editar alguns livros (Português e Matemática) do ensino básico, uma vez que os alunos não têm livros nem manuais de trabalho.

Subprojeto D: Remuneração dos colaboradores que coordenam no terreno o projeto A Educação é o Único Caminho


Projeto II: Formação - Construir o Futuro


A formação de quadros superiores é muito importante para catalisar o desenvolvimento do país. Neste momento, estão 4 jovens em Portugal,  no ensino superior, no IPB (Politécnico de Bragança), com forte apoio desta instituição. Regressarão à Guiné Bissau com conhecimento e preparação para contribuírem ativamente para o desenvolvimento da sua região e do seu país, nomeadamente na área da educação.

O que foi feito:

Em 2011, a Na Rota dos Povos promoveu a vinda de 7 raparigas e 8 rapazes de Catió para estudarem, durante 3 anos, em Portugal. Estes jovens concluíram no ano letivo 2013-2014 a sua formação (equivalente ao 12º ano de escolaridade), como Técnicos de Produção Agrícola (9), Técnicos de Frio e Climatização (5) e Técnico de Energias Renováveis (1), na Escola Profissional Agrícola e de Desenvolvimento Rural de Carvalhais, em Mirandela. Desses jovens, iniciaram no Instituto Politécnico de Bragança os seus estudos de licenciatura 5 rapazes e 3 raparigas. 4 destes alunos estão já licenciados pelo IPB.


Projeto III: Casa da Mamé


A Mamé Ussai é uma Mãe de alma e coração com um sonho para os “filhos” que acolhe: poder dar-lhes amor e estabilidade para uma vida feliz e tranquila, com direito a brincar, ir à escola e viver com uma alimentação saudável.

Sonhou uma casa com espaço para acolher crianças orfãs de Catió. Uma casa com pessoas capazes de apoiar e cuidar, onde as pudesse ver crescer. Uma casa adaptada e preparada para receber e educar as meninas e meninos que logo ao nascer perdem as suas mães.


O que foi feito:

Em Março de 2018 a ONGD Na Rota dos Povos, com o apoio de muitos que assumiram o pagamento de uma verba mensal, decidiu dar estrutura e viabilidade ao projeto “Casa da Mamé”. Criámos uma base financeira mensal estável, com a qual sustentamos a alimentação saudável, a saúde e a educação, e assegurámos o direito destas crianças a serem-no, brincando e crescendo sem a preocupação com a sobrevivência diária. Recrutámos pessoas que no dia a dia cuidam e educam estas crianças. Remodelámos e equipámos uma casa em Catió, que pretendemos sempre melhorar, nomeadamente dotando-a de infraestruturas dignas e sustentáveis. A Casa da Mamé acolhe neste momento 13 crianças órfãs, mas sabemos que, infelizmente, esgotará rapidamente a sua capacidade máxima atual (15).


O que pretendemos fazer em 2019/2020:

Operação regular:

  • Continuar a gestão diária e a compra de alimentos;
  • Fornecer com regularidade leites para os recém-nascidos e crianças até aos 3 anos, bem como papas lácteas;
  • Assegurar as despesas com colaboradores, renda, água, internet e energia;
  • Assegurar as despesas relacionadas com a criação de galinhas e perus, bem como as relacionadas com a horta.

Obras e desenvolvimento:

  • Construir uma nova cozinha e fogão a lenha;
  • Construir um novo galinheiro/perueiro;
  • Criar a horta no terreno da casa para aumentar o aporte de legumes na alimentação das crianças;
  • Instalar de energia solar – painéis, inversores, controladores;
  • Instalar de energia solar – baterias;
  • Obras de ampliação para albergar até 25 crianças.

Projeto IV: Tabanca dos Pequenitos


Conhecemos bem as necessidades da Guiné Bissau, cujo sistema educativo apresenta sérias lacunas, em que as crianças são frequentemente impedidas de frequentar o jardim de infância por inexistência de resposta estruturada, o que por sua vez implica que cresçam sozinhas, na rua, ou a acompanhar as mães em trabalhos totalmente inadequados às suas idades. A nossa intenção é criar um projeto educativo de raíz para 30 crianças dos 4 aos 5 anos de idade, que potencie o seu desenvolvimento   individual integrado, num sistema de ensino adaptado ao contexto em que   vivem. Um espaço onde sejam também asseguradas três refeições (pequeno-almoço, almoço e lanche), como forma de minimizar as graves carências nutricionais.

O   que foi feito:

Seleccionámos já e arrendámos a casa para instalar a Tabanca dos Pequenitos. Estão em curso as obras de adaptação e benefiação. Estamos em processo de seleção das colaboradoras e sobretudo da educadora responsável pela Comunidade Escolar.

O que pretendemos fazer em 2019/2020:

  • Equipar a Comunidade Escolar (mobiliário e material escolar);
  • Contratar, formar e manter a equipa da Tabanca dos Pequenitos, com 3 elementos
  • Assegurar o financiamento para pagamento das despesas da casa, renda, água, contrato de eletricidade/painéis;
  • Assegurar o financiamento dos alimentos para as 3 refeições que iremos servir às crianças;
  • Assegurar o local para a confeção das refeições até à existência da futura cozinha comunitária;
  • Selecionar as 30 crianças (órfãs de, pelo menos, um progenitor);
  • Concluir as obras de adaptação na casa e fazer a vedação da mesma.

Projeto VI: Catió Bela (Recolha, separação e valorização de resíduos)


Novo projeto com o objetivo de melhorar o bem-estar da população de Catió através da promoção da mudança de hábitos relativamente ao lixo não orgânico.

O intuito é diminuir o lixo disperso e outras práticas negativas, como o despejo do lixo em lixeiras informais a céu aberto, junto às casas, e as inevitáveis e perigosas queimas, o que não impede que o mesmo se espalhe para outros locais pela ação dos ventos, chuvas ou animais. Fomentar a recolha de lixo não orgânico. Aumentar a consciencialização da população face aos riscos para a saúde pública da acumulação de lixo a céu aberto. Demonstrar que existem ganhos económico-sociais com a recolha, seleção e valorização dos resíduos.  Reforçar a participação da população em ações destinadas a melhorar o bem-estar coletivo, aumentando desta forma os níveis de coesão social. As ações de divulgação incidirão em 6.000 alunos de 9 escolas, 3.000 residentes (não estudantes) em Catió; serão 30 as escolas beneficiárias dos produtos de valorização.

O que pretendemos fazer em 2019/2020:

  • Reuniões com os parceiros, seleção dos 3 colaboradores e sua contratação;
  • Formação dos colaboradores;
  • Ações de sensibilização;
  • Construção dos locais de recolha (bidões, placas de sinalização);
  • Equipamento de proteção;
  • Construção do local de separação e valorização;
  • Aquisição de compactador de latas de alumínio;
  • Aquisição de 5 painéis, 1 inversor para produção de energia solar;
  • Aquisição de máquina de moer plástico (shredder);
  • Aquisição de máquina de fazer tubos em plástico (extrusor);
  • Aquisição de máquina de compressão;
  • Aquisição de máquina de injeção.

Projeto VII: Apoio ao Hospital de Catió

O Hospital Musna Sambú, em Catió, sofre de inúmeras e graves carências, que só não têm consequências mais gravosas graças à dedicação dos seus poucos médicos, enfermeiros e demais pesssoal. O Hospital ainda não tem acesso a água potável nem energia elétrica, exceto no bloco operatório (que tem graves carências), onde tem um gerador de apoio, e no serviço de sangue e laboratório, onde tem energia fornecida por painéis solares. Os doentes internados têm de comprar os seus próprios medicamentos e providenciar a alimentação. Isto obriga a um enorme esforço das famílias dos doentes, que têm habitualmente de viver nas instalações do hospital para poderem assim apoiar o seu familiar doente. A imagiologia não funciona, a estomatologia também não, e o laboratório é muito rudimentar. O nosso apoio ao Hospital Musna Sambú em Catió tem-se traduzido no aporte de vários medicamentos para uso interno, material médico de apoio, muitos consumíveis e equipamento para as enfermarias.

O que pretendemos fazer em 2019/2020:

  • Continuar a incluir nos nossos contentores material hospitalar, consumíveis e medicamentos;
  • Ajudar no fornecimento de algumas refeições, uma vez que os doentes não têm direito a qualquer refeição quando estão internados;
  • Assegurar a disponibilidade de Voluntários para ir dar apoio, de forma organizada, ao Hospital.

Projeto VIII: Cozinha Comunitária de Catió

Em Catió não existe nenhuma cantina social que possa fornecer alimentação aos mais carenciados. Por outro lado, temos a necessidade de confecionar alimentos para a nossa Casa Mamé Ussai, para a Comunidade Escolar Tabanca dos Pequenitos e para doentes internados no Hospital. A nossa ideia é construir uma só cozinha que possa servir esses três âmbitos e ainda servir uma refeição às pessoas mais carenciadas em termos nutricionais de Catió. Procuramos uma casa onde possamos armazenar os produtos alimentares e confecioná-los.




Porquê a Guiné Bissau?
A Guiné Bissau é um pequeno país da África ocidental constituído por uma parte continental e outra insular que engloba o Arquipélago dos Bijagós. A sua superfície é de 36.125 km e tem 1.565.000habitantes. Cerca de 850.000 - 55% - são jovens até aos 19 anos (estim. 2017, dados INE Guiné Bissau). É, portanto, um país com extrema predominância de crianças e jovens, faixas etárias mais frágeis, mas, ao mesmo tempo, aquelas em que melhorias na educação e na saúde se podem revelar mais compensadoras.
Destes habitantes, 69,3% são considerados pobres (<1,66 € dia) 1.087 xof e, de entre estes, 33% são considerados em pobreza extrema(<0,83 € dia) 543 xof- Apenas 17% das habitações possuem eletricidade. O rácio de alunos por sala de aula é de 101 alunos/sala.
Está classificado como o 5º país mais pobre do mundo ocupando também a 5ª posição no que diz respeito à mortalidade peri-natal.
Porquê a região de Tombali?
Subdivide-se em Catió, Komo, Bedanda, Cacine e Quebo. Terá pouco mais de 95.000 habitantes.  Catió é a sede da região.Destes habitantes, 78,5% são considerados pobres (<1,66 € dia) 1.087 xof e, de entre estes, 39% são considerados em pobreza extrema(<0,83 € dia) 543 xof.
Um número muito reduzido de habitações possui acesso a eletricidade.
A Região de Tombali é assim uma das mais carenciadas na Guiné-Bissau.

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